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Bicicletada Extraordinária – 07/08 05/08/2012

Posted by Naldinho in Uncategorized.
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Essa semana foi marcada por duas perdas no trânsito do Rio de Janeiro. A primeira morte ocorreu na segunda-feira (30/07) no Centro do Rio, onde uma batida entre dois ônibus vitimou fatalmente um ciclista e deixou vários passageiros feridos. A segunda ocorreu na manhã da sexta-feira (03/08), onde um ciclista foi atropelado por um táxi na Glória.

Nessa Bicicletada extraordinária passaremos pelos dois locais para prestar nossas homenagens ás pessoas vitimadas e pedir por mais amor no trânsito. Na ocasião pretendemos fixar ghost bike (se não uma bicicleta, ao menos algumas peças) para que seja uma lembrança permanente de que devemos ter mais tolerância e amor em nossas vidas.

Para quem não soube dos casos, sugiro a leitura:
— atropelamento ocorrido na segunda
http://odia.ig.com.br/portal/o-dia-24-horas/ciclista-morre-ap%C3%B3s-acidente-entre-dois-%C3%B4nibus-no-centro-1.469773

–atropelamento ocorrido na sexta
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/08/ciclista-morre-ao-ser-atropelado-no-aterro-do-flamengo-no-rio.html

Link do evento no Facebook
Curta a página da Bicicletada Rio de Janeiro

III Bicicletagem Jardinária – Rio – Edição Especial 03/03/2012

Posted by Naldinho in Uncategorized.
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Nesta sexta tivemos a notícia de três mortes de ciclistas no Brasil: em Sampa, em Marituba (próx. a Belém) e em Riacho Fundo (próx. a Brasília). Ambas resultantes do desrespeito à vida e da sensação de superioridade que alguns sentem ao dirigir um veículo mais forte ou pesado. Uma das vítimas, Juliana Dias, participava do Pedal Verde na cidade de São Paulo, um evento bem semelhante à Bicicletagem Jardinária.
Apesar disso tudo, temos que nos manter firmes e continuar pedalando. Seja na Bicicletada, no dia-a-dia, nos treinos, nos passeios e em outras ocasiões. Portanto, pedalemos e plantemos.
Traga mudas, sementes, água, ferramentas e sua disposição. Lembrando: se não tiver nada disso, compareça assim mesmo. O ritmo do passeio é lento e o trajeto é decidido na hora entre os participantes.

Quando? Sábado (10/03). Concentração às 16h, saída às 16h30.
Onde? Na Pça. XV (ao lado do Paço Imperial) – Centro

Link do evento no FB: https://www.facebook.com/events/122532821208454/

Bicicletada Extraordinária 02/03/2012

Posted by Naldinho in Uncategorized.
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Olá,

só nesta sexta ocorreram três atropelamentos, tendo como consequência três ciclistas mortos. Uma ciclista de 33 anos na avenida Paulista (a mesma onde Márcio Prado foi atropelada), um ciclista em Riacho Fundo (DF) e outro em Marituba (região metropolitana de Belém). Temos que nos mobilizar para não deixar esse absurdo passar impune. Bicicletadas extraordinárias estão sendo organizadas em várias cidades, algumas hoje, outras na próxima terça. O mais importante é nos movimentarmos.

Brasília: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/03/02/interna_cidadesdf,291687/ciclista-e-atropelado-por-onibus-e-morre-na-df-001-perto-do-riacho-fundo.shtml

Sampa: http://www.jornalacidade.com.br/editorias/brasil-e-mundo/2012/03/02/ciclista-morre-atropelado-por-onibus-na-paulista.html

Marituba: http://www.orm.com.br/2009/noticias/default.asp?id_noticia=580271&id_modulo=197

Entre na lista de discussão da Bicicletada Rio de Janeiro, estamos discutindo a respeito, ou poste um comentário.

Bicicletada extraordinária nacional no fb: https://www.facebook.com/events/347944488583219/

Até o momento, 21 cidades, incluindo Caracas (Venezuela), confirmaram uma Bicicletada extraordinária.

Aracaju (SE): 20 hs, Mirante da Treze de Julho

Belo Horizonte (MG): 19h, Praça da Estação;

Brasília (DF): 19h, Praça das Bicicletas (Museu Nacional);

Campo Grande (MS): 18h, Praça do Ciclista (rotatória da Avenida Duque de Caxias com a Afonso Pena)
http://www.facebook.com/events/282569125145597/

Caxias do Sul (RS): 19h, em frente a Prefeitura Municipal; http://www.facebook.com/events/371954129490520/

Cuiabá (MT): 20h, Praça 8 De Abri – na frente do Choppão https://www.facebook.com/events/255342117881035/

Curitiba (PR): 19h, Pátio da Reitoria (UFPR) Amintas de Barros (entre Dr. Faivre e Gen. Carneiro); https://www.facebook.com/events/188615161246812/

Florianópolis (SC): 19h, Skate Park Trindade (em frente ao Iguatemi);

Londrina (PR): 19h, ponte da Av. Higienópolis (lago 2)

Manaus (AM): 19h30, Parque dos Bilhares (lado da Constantino Nery);

Maringá (PR): 19h, Praça da Catedral;

Natal (RN): 19h, Calçadão do Midway (Av. Salgado Filho);

Ponta Grossa (PR): 19h30, no parque ambiental http://www.facebook.com/events/309611795760654

Porto Alegre (RS): 19h, Largo Zumbi dos Palmares (EPATUR);

Recife (PE): 19h, Praça do Derby https://www.facebook.com/events/325505750831153/

Rio de Janeiro (RJ): 18h30, na Cinelândia (em frente ao Cine Odeon);

Salvador (BA): 19h, Largo da Mariquita;

São Luís (MA): 19h, Praça do Rodão (Cohab).

São Paulo (SP): 19h, pça do ciclista (av. Paulista X rua da Consoloção);

Vitória (ES): 19h, na Praça dos Namorados até a Praia de Camburi

Outros países:

Caracas (Venezuela): 19h, desde la Plaza Brión de Chacaíto hasta Bellas Artes.

 

Abraço

Bicicletada extra do Dia Mundial Sem Carro 14/09/2011

Posted by Rodrigo Primo in Bicicletada.
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Para mais informações sobre a Bicicletada extra https://www.facebook.com/event.php?eid=161555607259775 e http://bicicletada.org/riodejaneiro.

Para outras atividades ligadas ao Dia Mundial Sem Carro http://rodrigo.utopia.org.br/2011/09/14/bicicletada-extra-e-demais-atividades-do-dia-mundial-sem-carro/

Relato Bicicletada Junina (com participação especial da Cyclophonica) 02/07/2011

Posted by MarcosNi! in Bicicletada, Relato, Rio de Janeiro.
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por Eduardo PSilva

 

Era ainda maio, faltava 1 mês, 4 semanas, para ser mais exato, até a Bicicletada seguinte, e eis que surge uma dúvida: a Bicicletada de junho cairia no meio do feriadão de Corpus Christi (nesse ano seria dia 23 de junho, uma quinta), deixando a última sexta-feira do mês de junho, o propício 24 de junho, dia do nascimento de São João Batista. “Será que teremos quorum?”, alguns perguntaram. Outros cogitaram trocar a data da Bicicletada para evitar um esvaziamento desse movimento que vem crescendo continuamente desde o início do ano. Por fim, decidiu-se manter a (quase) universal “última sexta-feira do mês”.

A adesão ao evento no Facebook foi bem menor que a do mês de maio, 39 contra 90 pessoas “presentes”. Mas como diria aquele famoso personagem holiwoodiano, “a vida é como uma caixa de chocolates”.

Mas essa contagem, bem, essa contagem não vale de muita coisa, não é?!

Voltemos um pouco no tempo: 4 dias antes da Bicicletada, dia 20 de junho, 5 dias após começarmos a discussão com a Cyclophonica para compormos, em julho, a “Bicicletada Especial Musical” (ou “BEM”, nome provisório), com fôlego redobrado pela sua animada intervenção Cyclophonica em Santa Teresa no dia 19, se propuseram a acompanhar a Bicicletada também neste mês.

Corta! Adianta um pouco até as 18:35, Cinelândia, dia 24 de junho.

Éramos poucos, talvez uns 5, mas já estávamos às voltas com alguns poucos metros de emboladas bandeirinhas de papel a prender em árvores e poste próximos ao local onde temos nos reunido mensalmente, aquele agradável canteiro perto da banca de jornal, na altura do cinema Odeon.

O número foi crescendo, as conversas fluindo, a saudade que timidamente se instalou naquelas últimas semanas, embora talvez nem tivesse sido percebida, se desfaz aos poucos, com os abraços e as risadas de nossos pares. Claro, como de costume, tínhamos alguns novos integrantes: que estiveram apenas na Bicicletada Extraordinária, que conheceram a Massa Crítica em Buenos Aires e lá mesmo tem participado, que constroem a Massa de São Paulo há muitos anos, e alguns que nunca tinham ido mesmo…

O tempo passava e nem sinal da Cyclophonica. Dois ciclistas se prontificaram a ir em seu encalço e pouco tempo depois voltavam com os heróis musicais que aguardávamos.

Daí, foi festa. Como numa ciranda em torno do canteiro que apoia nossas bicicletas (nossa “fogueira”), deram incontáveis (para não dizer “estonteantes”) voltas, à tocar os mais diversos instrumentos de sopro e percussão, embalando os ciclistas e o público passante num enebriante transe pueril. Os músicos alegres em suas dobráveis charmosas dobrando o ar com suas notas e acordes e nós, meros ciclistas que, quando muito lançamos o tilintar de nossas buzinas ao trânsito, admiravamos a maestria dessa orquestra de câmara, a única de seu gênero.

Fim do primeiro ato.

Cessada, momentaneamente, a música, decidimos um trajeto: iríamos até a Tijuca, saborear a famosa empada da Salete, para na volta passarmos na Gamboa onde estaria acontecendo um Arraiá.

Em companhia da Orquestra, cruzamos a Lapa até a Praça da Cruz Vermelha, de onde após um lindo encerramento da sua quase improvisada participação saímos rumo à Tijuca, sem contar com a enérgica Orquestra, salvo 2 de seus integrantes que conosco seguiram até o fim.

Ufa, e que delícia de pedal até o Restaurante da Salete (o nome do restaurante vem daqui), mas não mais delicioso que saborear as empadas, bolinhos de bacalhau e demais iguarias no restaurante. Nem sei quanto tempo lá ficamos. Sei que deu tempo para comer, beber, conversar e preparar a alma e o corpo para o previsto retorno.

Eis que no meio do caminho, uns movidos pelo cansaço, outros espremidos pelos destemidos ponteiros do relógio, mudamos o roteiro e regressamos, sem Gamboa nem Arraiá, ao nosso ponto de partida, e de encontro, nossa “BiCinelândia”.

Uma salva de palmas auto-coroou nossa triunfante Massa Crítica, que à cada dia, mostra-se mais frondosa e unida.

De lá, alguns seguiram noite à dentro, atrás de aventuras mil, outros, não menos audaciosos, retornaram aos seus lares, em busca de um bom banho quente e, se lhe apetecesse, um belo prato de comida.

E todos viveram felizes para sempre… Ou quase!

É claro que tivemos problemas. Creio eu, que o mais grave, mais uma vez, foi a falta de uma conversa preliminar à cerca do funcionamento da Bicicletada. Os novos participantes, assim como os antigos, merecem a chance de conhecer, redescutir e construir a Massa Crítica Rio de Janeiro à cada encontro. Essa necessidade continua não incorporada ao funcionamento da concentração e cabe à todos nós  defendermos o seu espaço e sua importância na construção desse movimento.

Ao conversar com nosso visitante de São Paulo, questionou-me se não utilizávamos panfletos (atividade vista por ele com muito bons olhos, na qual participa ativamente na Massa de SP) para a divulgação da Bicicletada, esclarecimento quanto o seu funcionamento, seus objetivos, etc. Instigado pela sua pergunta, volto com este assunto à tona. Qual será a forma utilizada pela Bicicletada e, por que não, individualmente por seus integrantes, de divulgação da Massa e da bicicleta enquanto meio de transporte viável em nossa cidade?! Existe sim a questão do lixo gerado com a distribuição de panfletos, assim como a idéia de produzirmos adesivos, camisas, e outros bens mais duráveis, e aí?! O que faremos? Como faremos?

Bom, essas são algumas provocações que jogo ao vento. Só o tempo dirá que frutos elas trarão…

O que?! Está ainda curioso pra saber quantos foram nessa Bicicletada animadíssima?! Bem, eram cerca de 17 na Cyclophonica que, somados aos outros participantes, chegaram à 45 pessoas. Ainda faltam 6 encontros ordinários até o final do ano, quem sabe, até lá, não chegamos aos almejados 3 dígitos?! Soube que em São Paulo, o salto quantitativo se deu de forma parecida, numa eram 50 e na seguinte mais de 100… Isso me lembra a estória do “centésimo macaco” que li há muitos anos atrás e pipocou na minha memória esses dias… Quem sabe não tocamos pessoas suficientes para que através da “ressonância mórfica” a Bicicletada não se torne um evento indissossiável da nossa Capital das Bicicletas?!

Nos vemos nas ruas,

MarcosNi!

Post Scriptum: Cerca de 24 horas após a nossa saída, já não havia vestígios da nossa festa pagã na biCinelância: nenhuma bandeirinha restou a bailar com o vento. Levemos as bandeirinhas conosco, junto com a música que nos cercou e os gritos que nós brandimos à Cidade.

RELATO – Bicicletada 25 de março de 2011 22/04/2011

Posted by MarcosNi! in Bicicletada.
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Os números me escapam, mas as palavras não.

Não sei – nunca soube ao certo – quantos pedalaram, ou “remaram” (um “patineteiro” nos acompanhou com muita energia durante todo o percurso, num incansável vai e vem entre panfletar aos motoristas e passageiros e a realização de impressindíveis e incontáveis “corkings” [“rolhas”]). Sei que o número cresceu, e diminuiu, durante as 2 horas e 15,3km de pedal* . Lembro também que alguns participaram apenas da concentração, vieram de bicicleta, à pé ou simplesmente se aproximaram curiosos com a aglomeração de bicicletas, homens e mulheres numa Cinelândia ainda quente de mais um dia de trabalho.

Recordo-me de pessoas e suas bicicletas como se fossem uma coisa só, antigos participantes há muito distantes, amigos recém apresentados, surpeendentes acréscimos arregimentados em bicicletadas anteriores, e o já sempre bem vindo, ciclista passante de última hora. Muitos ali estiveram também no “Protesto-Bicicletada ExtraOrdinária” de 2 de março e precisávamos costurar algumas idéias e críticas que surgiram (n)daquele portentoso acontecimento.

Muito foi dito e, mais importante, tudo foi ouvido.

Ressaltou-se o caráter pacífico, pró-diálogo da Bicicletada diante dos automóveis e seus motoristas que, como nós, “fazem” o trânsito nosso de cada dia. Nosso objetivo, seria então, a transformação da nossa realidade/cidade através das nossas ações críticas e conscientes dessa mesma realidade. Algumas violências ocorridas no “Protesto-Bicicletada ExtraOrdinária” de 2 de março, foram citadas e foi entendimento geral que a Bicicletada Rio de Janeiro é, antes de mais nada, um movimento horizontal que busca através do diálogo e de uma relação respeitosa, ter garantida a sua segurança e bem estar ao usar bicicleta (ou patins, skate, patinete, chinelo havaianas, etc.) para se locomover na cidade. (é claro que isso faz parte de uma realidade social muito mais ampla, mas isso é outro papo)

Conversamos sobre o funcionamento da Massa Crítica, enquanto organismo vivo ao percorrer as ruas da cidade. A necessidade de ficarmos atentos ao grupo e ao (bom) funcionamento deste, sem deixar que fique muito disperso, garantindo a segurança nos cruzamentos (“corking” ou “rolha”), os mais experientes se mantendo junto aos carros, atrás e à frente, permitindo um pedal mais tranquilo para as pessoas que não estão acostumadas a pedalar no trânsito, etc

Outro assunto abordado foi com relação à divulgação da Massa Crítica, quando foi questionada a prática do uso de panfletos, que tem pouca utilidade e são comummente descartados após a leitura, gerando ainda mais lixo nessa nossa metrópole, e começamos a refletir sobre outros formatos: camisetas, adesivos, broche/pin, ímas de geladeira, “spoke cards” (cartões de raio). É claro que, na produção destes, há um custo mais elevado que na fotocópia de panfletos, mas a durabilidade e o impacto destes pode ser maior. Fazendo uma “vaquinha”, poderíamos produzir e vender à preço de custo, ou até presentear com um belo adesivo escrito [ciclista, eu respeito] aos bons motoristas que encontrássemos durante a Bicicletada.

Falamos também do ponto de encontro da Bicicletada. Desde o fim de 2009, o ponto de encontro/partida, mudou de Botafogo para a Cinelândia, com o intuito de propiciar um aumento na participação de ciclistas da Zona Norte e Tijuca. Embora essa mudança tenha proporcionado alguns importantes acréscimos (muitas vezes esporádicos) à Massa, e ela tenha crescido consideravelmente, em especial do ano passado pra cá – muito embora não possamos relacionar este acréscimo diretamente à esta mudança -, algumas pessoas questionam a eficiência num pedal cujo trajeto tende a se manter nos arredores de um Centro quase vazio, um desfile para pedestres cansados e trabalhadores à descansar numa mesa de bar. Cabe lembrar que quase a totalidade dos participantes dessa Bicicletada residem na Zona Sul, no entanto bem menos da metade considera alterar, nesse momento o nosso ponto de encontro.

Buscando o fortalecimento da Massa, e apresentado como uma solução para essa última questão, seria a promoção dos “bondes”. Esses “bondes”** sairiam de alguns pontos chave, para que juntos chegassem com mais segurança e, acima de tudo, em boa companhia, à Cinelândia. Essa prática nos aproximaria dos ciclistas de nossos bairros, que muitas vezes cruzamos pelas ruas, mas nunca conhecemos de verdade.

***  º  ***

Esse relato pessoal chega aos vossos olhos com um bocado de atraso. Por isso, me desculpo. Já pelos erros de concordância, não há desculpa.

“Pedale diariamente, celebre mensalmente”

Amplexos ciclísticos,

MarcosNi!

* Segundo maior trajeto de todos os tempos (os mais antigos confirmam isso?!): 15.3km em 2h – mapa do percurso no Google Maps (De acordo com um, nada menos que, ilustre participante, o maior trajeto teria sido na Bicicletada de dezembro de 2009, com 9 participantes, com 16.7km.)

** Gosto muito do termo “bonde”, que não entendo como o mesmo que em “bonde do tigrão”, simples aglomerado de pessoas com um objetivo comum e péssimo gosto musical <inserir risadas>, mas como no uso em inglês “bus”, “ônibus”. Curiosamente só percebi isso durante essa Bicicletada. Eu explico. Estava eu, tranquilo, conversando livremente com quem aparecia do meu lado, admirando tudo à minha volta, os gritos e risos de pessoas como eu, as pessoas olhando incógnitas das calçadas, e senti uma sensação que há muito não sentia: Eu estava num ônibus escolar. Era isso. O prazer de se pedalar em grupo, tão tranquilo e alegre, tão diferente dos pedais diários repletos de fechadas, finas e buzinadas, me pareceu tão seguro quanto me sentia, na mais tenra infância, quando ia pra escola com ônibus escolar. Em alguns países, é comum que crianças e jovens vão para escola em “bondes”, às vezes acompanhados de 1 ou mais adultos. Como na Massa Crítica, um bloco de aço e carne, precisamente estruturado em todas os seus imprescindíveis componentes mecânicos e a contagiante alegria de quem “se encontra” em cima de uma bicicleta.

Bicicletada Extraordinaria (Apoio a MC – Poa) 28/02/2011

Posted by Naldinho in Uncategorized.
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Na última sexta (25/02), durante a Bicicletada de POA, um motorista deliberadamente avançou para cima dos mais de 100 ciclistas, entre crianças, jovens e idosos, atropelando e derrubando dezenas e ferindo vários (12 pessoas foram levados ao hospital).

Em apoio aos nossos amigos porto-alegrenses e, sobretudo, contra toda a violência no trânsito que mata milhares de pessoas todos os anos, realizaremos uma Bicicletada Extraordinária.  Venha de Bicicleta, skate, patins ou à pé, a idéia é ir de branco e levar uma flor pedindo paz no trânsito.

Se possível, levem cartazes e/ou faixas pedindo justiça e atenção das autoridades para o caso e para a violência no trânsito.

Durante a manifestação, que seguirá do ODEON à ALERJ (Palácio Tiradentes na Rua Primeiro de Março), pretendemos realizar 2 “die-in”s onde deitados no chão com nossas bicicletas, simulando atropelamentos, criamos um retrato da violência contra os ciclistas.

Ajudem a divulgar a manifestação através do FB, Orkut, e-mail, blogs, twitter.

Encontro  na Cinelândia (em frente ao Odeon) às 18:00 nesta quarta-feira (02/03).

Participe da lista de discussão (o link se encontra ao lateral na parte de CICLOATIVISMO).

Fotos da Bicicletada de Fevereiro/2011 26/02/2011

Posted by Naldinho in Uncategorized.
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Bicicletada de Fevereiro/2011 - Rio (foto: Rodrigo)

Conseguimos reunir 18 pessoas. Estamos aumentando o número de participantes aos poucos.

http://rodrigo.utopia.org.br/2011/02/26/algumas-fotos-da-bicicletada-carioca-de-fevereiro/

A bruxa está solta 26/02/2011

Posted by Naldinho in Uncategorized.
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Oi.

Acabo de ler na lista de discussão da bicicletada que três ciclistas foram atropelados na ciclovia em Copa. Isso mesmo, na ciclovia. A bizarrice ocorreu ontem à tarde. Uma das vítimas teve fratura exposta e corre o risco de ter a perna amputada.

Como já devem saber, ontem à noite em Porto Alegre, um motorista partiu propositalmente para cima dos ciclistas que participavam da Massa Crítica, deixando 15 pessoas feridas.

Repasso aqui o link enviado por Ed Sartori na nossa lista de discussão:

http://www.google.com/url?sa=D&q=http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2011/2/tres_pessoas_sao_atropeladas_na_ciclovia_de_copacabana_146805.html

Tentativa de homicídio na Massa Crítica de POA/RS. 26/02/2011

Posted by bicicletadario in Uncategorized.
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Hoje, por volta das 19h, um motorista dirigindo um Golf avançou para cima da Massa Crítica – Poa. A imbecilidade resultou em 15 feridos e várias bicicletas destruídas.

http://massacriticapoa.wordpress.com/2011/02/26/convocacao-em-tempo-real/

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4963539-EI8139,00-Grupo+de+ciclistas+e+atropelado+e+motorista+foge+em+Porto+Alegre.html

 

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